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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Saltidando

Luto sempre com o vento que traz a ginga a me levar
Por isso a dança está fora da hora, difícil de recuperar
Fecho então meus olhos e me deixo imaginar voando feito águia num vento forte sem parar
Para bailar, a natureza ajuda; Você pode na chuva deslizar, com o vento bailar, com o sol pular, na água rebolar  e mergulhar fundo sem medo e assim criar
Sua música ou dança para você ou outros mostrar que a vida é uma grande orquestra, onde a ginga é pessoal
Todos sabem não é mistério, só não dá para ficar parado, pois ainda assim estás dançando
Há os que dançam sem música com a mente a os levar
Danço em pé ou deitada, na esquina, na rua ou no lar
O meu fôlego se renova quando me ponho a gozar
Desta arte, dessa pintura, poema, deste luar
Vou parar por aqui porque já estou a dançar com a caneta neste palco de papel a brilhar.

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