Alguns podem ver tudo, outros parcial
Mas na verdade é tudo igual
Vê- se o que quer, quando e onde também
Enquanto um está fechado, outro abre-se bem
Uns são verdes, azuis, mel, castanhos e tem pretos
Mas o que falar dos que não vêem; outros sentidos se aguçam e nem só a imaginação convém
Chegando a formar uma outra realidade dentro da cabeça
Para alguns óculos são a solução, para outros nem cirurgia nem outro zoião
E quando anoite chega é hora de apagar, ver o preto, ver escuro, esfriar
De medo, de cansaço, de prazer, de horror
Uns com lindos sonhos, outros com seus filmes de terror
O corpo relaxa, a mente abstrai
Lá se vai mais uma noite de sonhos e amores surreais.

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