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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Para anjos e demônios

O dia amanheceu cinzento e com orvalhos, sinal de um clima frio de uma região montanhosa e misteriosamente habitada por seres especiais. Na noite anterior, no alto da colina Zovirack tentava do alto da colina aumentar, desafiar seus poderes ou por fim a eles. Cansado de ser rebaixado por seu clã, precisava de mudanças. Guinter, seu amigo mais próximo, percebendo o sumiço do mesmo ao ir procurá-lo em sua casa, voou em busca do amigo pela cidade. Nesta mesma noite parecia que todos os anjos estavam ocupados devido á uma rebelião maldita onde os piores demônios se reuniram para cometer atrocidades diversas e se enaltecendo poa cada uma. Santiago era o líder e se ocupara de destruir um orfanato, estuprando e quase matando, deixando agonizar, e depois um asilo. Valeriane já estava sem forças ao seu terceiro combate. O que teria havido com os anjos e seus poderes? Contaminaram a luz solar?
Nesse ínterim, padre Alberto distribuía água benta como se fossem vampiros. Zovirack estava prestes a executar sua obra e nada de Guinter chegar. Ele sentia enjoo, um aperto no peito e marteladas na consciência. Era chegada a hora foi então que abriu os braços e voou em direção á liberdade, que tinha enormes pedras de calcário.  Enquanto se libertava de suas dores, afazeres, pressões, horrores, via o paraíso de um lado e o inferno de outro. Bateu uma ligeira dúvida...
Quando Guinter finalmente chegou, urrava aos sete ventos  sua dor recalcada e a perda de um irmão tão querido lhe trazia muitas lágrimas. Ainda em dúvida se descia ou não aquela escuridão de navalhas, pensou na guerra que chegara como um ladrão na noite. Sem ter tempo para questionar o resgate do corpo de seu amigo, decidiu esperar amanhecer para comunicar aos órgãos legais. No caminho de volta para sua choupana, pedia a Zovirack que mandasse forças lá de cima para o ajudar nesta guerra, quando de repente Santiago apareceu-lhe para dar os pêsames e propor uma aliança para o fim da guerra. Com o coração em pedaços,mas a lealdade como escudo, prontamente disse: Não!
A partir desta resposta, prepararam-se para o confronto onde bem x mal nem sempre acaba num só. Santiago desferia golpes precisos de espada e Guinter se defendia com uns pedaços de seu escudo, destruído nos embates com os outros demônios. Injetando raiva á luta, a força aumenta e Guinter estava sendo derrotado quando ouviu a voz do amigo dizendo: Volte para o penhasco! Quando os dois lá chegaram embalados pela fúria, Guinter teve medo de cair e morrer exatamente como o amigo, que ainda estava lá, enquanto Santiago só vinha para cima. Próximo do precipício, ouviu o seu amigo Zovirack dizer: Deixe-se cair que seguro você e  Santiago morrerá como eu! Guinter se deixou cair do precpício na densa escuridão agarrado á Santiago que se debatia enquanto era perfurado por tantas pontas. Guinter sentiu as dores da queda e das feridas, mas consciente percebeu quando parou de cair. Mal conseguindo se mover devido as pancadas, avistou o corpo de seu amigo Zovirack já se decompondo e agradeceu a ele pessoalmente. Assim se despediu do amigo fazendo um velório para ele.

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