Folhas velhas, cheias de ácaros com segredos guardados em letras quase apagadas
Por fora um livro velho, por dentro um tesouro inexplorado
Quem será o candidato? A folhear estas folhas secas expostas ao tempo
Guardadas de tanto esperar, indo com os restos para os latões
Onde poucos poderiam ver, um olhar te achou e de cara se apaixonou e decidiu te restaurar
Te dar um lar, uma vida,um guardar
Ela aos poucos viu seu encanto; Devagar resolveu seus mistérios
Com este amigo sujo e velho, viveu sua vida por completo
Contou suas histórias e suas vontades, me consolava, questionava, me fazia esquecer
Parecia mágico quando entrava em seu mundo sem perceber
No seu olhar as cores eram mais brilhantes, o dizer tinha outro falar
Oh meu doce velho livro amigo! Nunca paro de te olhar
Teus ensinamentos estão eternamente em mim
Seja novo ou velho, você representa tudo de mim
Por isso acho que sou um livro sem fim.

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