Fio liso, fio crespo, branco, amarelo, azul, vermelho
Pode-se levar várias cores ou nenhuma nunca provar
Uns crescem bem rápidos, outros enchem também para lá e para cá
Seja pela química ou genética, mudamos sem parar
Cada um nasce com o seu, como um arco-íris a preencher
Com tons, sobre tons e ultra tons as cores dançam e não descansam num tempo a passar
Ah se meu cabelo tivesse a força de Sansão! Esticaria ele ao máximo com cuidado para não arrebentar!
Toinhoinhoim, liso ou escorrido, somos feitos de todos
Seja divididos de lá pra cá ou de cá pra lá.
Poemas e contos
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
A decisão que veio da noite
Numa noite de sábado quente, Brisa sentada no sofá ponderava sobre sua vida e ao mesmo tempo sobre a noite que estava por vir. Enquanto o telefone não tocava, escrevia algo que passava em sua mente no seu diário. Já se passavam das 23h, quando seu celular tocou. Era seu amigo Joana, convidando-a ir numa boate GLS (gays, lésbicas e simpatizantes). Poucos minutos para decidir sair ou ficar no marasmo,então Brisa logo concordou em encontrá-la em uma hora na porta da boate.
A noite cintilava e ao chegar, Brisa tinha dificuldade de achar Joana devido á tantas diversidades, porém com visões multifocais se acharam e começaram a noite. Joana não levara sua namorada, pois a mesma estava de plantão no hospital. Não era a primeira vez de Brisa numa boate como estas, mas admitiu que esta noite estava fogo! Porém não era motivo de incômodo de forma alguma. Joana,que estava só, foi curtir a night enquanto Brisa aproveitou para dançar e expurgar um pouco de seus problemas. Tomando pisadelas de plataformas e chicotadas de implantes, Brisa ia se esquivando no ritmo da música. Suada e com sede, resolveu dar uma parada para ir ao bar e pediu uma água. O barman disse que só tinha refrigerantes e bebidas alcoólicas. Após pedir um guaraná, aproximou-se dela um homem alto, de cabelos parcialmente grisalhos, de meia idade, branco,apresentando-se como Carlos. após um breve interrogatório costumeiro, onde se troca elogios, telefones, profissão, endereços, a conversa foi ficando cada vez mais acalorada e a música ainda ajudava a pressão subir. Carlos tomava um martini com gelo.
Ao irem para a pista de dança e fazerem juntos a dança do acasalamento, Brisa lembrou de seu pai e da relação afetuosa que teve com ele. Ele a tratava como sua princesa. A cada toque de Carlos, repassava esta conexão para seu pai Gutemberg. Lá pelo final da madrugada, quando estava já no apartamento de Carlos, Brisa acordou assustada e logo trocou de roupa, enquanto Carlos dormia e foi embora chorando de fininho por acreditar piamente que havia transado com seu pai e o pior disto tudo é que foi bom...
A partir deste dia em respeito ao pai já falecido, mais ainda presente em sua mente e coração, Brisa resolveu ser homossexual. A primeira a ser comunicada da decisão foi Joana, que é claro sentiu um frisson de esperança.
A noite cintilava e ao chegar, Brisa tinha dificuldade de achar Joana devido á tantas diversidades, porém com visões multifocais se acharam e começaram a noite. Joana não levara sua namorada, pois a mesma estava de plantão no hospital. Não era a primeira vez de Brisa numa boate como estas, mas admitiu que esta noite estava fogo! Porém não era motivo de incômodo de forma alguma. Joana,que estava só, foi curtir a night enquanto Brisa aproveitou para dançar e expurgar um pouco de seus problemas. Tomando pisadelas de plataformas e chicotadas de implantes, Brisa ia se esquivando no ritmo da música. Suada e com sede, resolveu dar uma parada para ir ao bar e pediu uma água. O barman disse que só tinha refrigerantes e bebidas alcoólicas. Após pedir um guaraná, aproximou-se dela um homem alto, de cabelos parcialmente grisalhos, de meia idade, branco,apresentando-se como Carlos. após um breve interrogatório costumeiro, onde se troca elogios, telefones, profissão, endereços, a conversa foi ficando cada vez mais acalorada e a música ainda ajudava a pressão subir. Carlos tomava um martini com gelo.
Ao irem para a pista de dança e fazerem juntos a dança do acasalamento, Brisa lembrou de seu pai e da relação afetuosa que teve com ele. Ele a tratava como sua princesa. A cada toque de Carlos, repassava esta conexão para seu pai Gutemberg. Lá pelo final da madrugada, quando estava já no apartamento de Carlos, Brisa acordou assustada e logo trocou de roupa, enquanto Carlos dormia e foi embora chorando de fininho por acreditar piamente que havia transado com seu pai e o pior disto tudo é que foi bom...
A partir deste dia em respeito ao pai já falecido, mais ainda presente em sua mente e coração, Brisa resolveu ser homossexual. A primeira a ser comunicada da decisão foi Joana, que é claro sentiu um frisson de esperança.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Para anjos e demônios
O dia amanheceu cinzento e com orvalhos, sinal de um clima frio de uma região montanhosa e misteriosamente habitada por seres especiais. Na noite anterior, no alto da colina Zovirack tentava do alto da colina aumentar, desafiar seus poderes ou por fim a eles. Cansado de ser rebaixado por seu clã, precisava de mudanças. Guinter, seu amigo mais próximo, percebendo o sumiço do mesmo ao ir procurá-lo em sua casa, voou em busca do amigo pela cidade. Nesta mesma noite parecia que todos os anjos estavam ocupados devido á uma rebelião maldita onde os piores demônios se reuniram para cometer atrocidades diversas e se enaltecendo poa cada uma. Santiago era o líder e se ocupara de destruir um orfanato, estuprando e quase matando, deixando agonizar, e depois um asilo. Valeriane já estava sem forças ao seu terceiro combate. O que teria havido com os anjos e seus poderes? Contaminaram a luz solar?
Nesse ínterim, padre Alberto distribuía água benta como se fossem vampiros. Zovirack estava prestes a executar sua obra e nada de Guinter chegar. Ele sentia enjoo, um aperto no peito e marteladas na consciência. Era chegada a hora foi então que abriu os braços e voou em direção á liberdade, que tinha enormes pedras de calcário. Enquanto se libertava de suas dores, afazeres, pressões, horrores, via o paraíso de um lado e o inferno de outro. Bateu uma ligeira dúvida...
Quando Guinter finalmente chegou, urrava aos sete ventos sua dor recalcada e a perda de um irmão tão querido lhe trazia muitas lágrimas. Ainda em dúvida se descia ou não aquela escuridão de navalhas, pensou na guerra que chegara como um ladrão na noite. Sem ter tempo para questionar o resgate do corpo de seu amigo, decidiu esperar amanhecer para comunicar aos órgãos legais. No caminho de volta para sua choupana, pedia a Zovirack que mandasse forças lá de cima para o ajudar nesta guerra, quando de repente Santiago apareceu-lhe para dar os pêsames e propor uma aliança para o fim da guerra. Com o coração em pedaços,mas a lealdade como escudo, prontamente disse: Não!
A partir desta resposta, prepararam-se para o confronto onde bem x mal nem sempre acaba num só. Santiago desferia golpes precisos de espada e Guinter se defendia com uns pedaços de seu escudo, destruído nos embates com os outros demônios. Injetando raiva á luta, a força aumenta e Guinter estava sendo derrotado quando ouviu a voz do amigo dizendo: Volte para o penhasco! Quando os dois lá chegaram embalados pela fúria, Guinter teve medo de cair e morrer exatamente como o amigo, que ainda estava lá, enquanto Santiago só vinha para cima. Próximo do precipício, ouviu o seu amigo Zovirack dizer: Deixe-se cair que seguro você e Santiago morrerá como eu! Guinter se deixou cair do precpício na densa escuridão agarrado á Santiago que se debatia enquanto era perfurado por tantas pontas. Guinter sentiu as dores da queda e das feridas, mas consciente percebeu quando parou de cair. Mal conseguindo se mover devido as pancadas, avistou o corpo de seu amigo Zovirack já se decompondo e agradeceu a ele pessoalmente. Assim se despediu do amigo fazendo um velório para ele.
Nesse ínterim, padre Alberto distribuía água benta como se fossem vampiros. Zovirack estava prestes a executar sua obra e nada de Guinter chegar. Ele sentia enjoo, um aperto no peito e marteladas na consciência. Era chegada a hora foi então que abriu os braços e voou em direção á liberdade, que tinha enormes pedras de calcário. Enquanto se libertava de suas dores, afazeres, pressões, horrores, via o paraíso de um lado e o inferno de outro. Bateu uma ligeira dúvida...
Quando Guinter finalmente chegou, urrava aos sete ventos sua dor recalcada e a perda de um irmão tão querido lhe trazia muitas lágrimas. Ainda em dúvida se descia ou não aquela escuridão de navalhas, pensou na guerra que chegara como um ladrão na noite. Sem ter tempo para questionar o resgate do corpo de seu amigo, decidiu esperar amanhecer para comunicar aos órgãos legais. No caminho de volta para sua choupana, pedia a Zovirack que mandasse forças lá de cima para o ajudar nesta guerra, quando de repente Santiago apareceu-lhe para dar os pêsames e propor uma aliança para o fim da guerra. Com o coração em pedaços,mas a lealdade como escudo, prontamente disse: Não!
A partir desta resposta, prepararam-se para o confronto onde bem x mal nem sempre acaba num só. Santiago desferia golpes precisos de espada e Guinter se defendia com uns pedaços de seu escudo, destruído nos embates com os outros demônios. Injetando raiva á luta, a força aumenta e Guinter estava sendo derrotado quando ouviu a voz do amigo dizendo: Volte para o penhasco! Quando os dois lá chegaram embalados pela fúria, Guinter teve medo de cair e morrer exatamente como o amigo, que ainda estava lá, enquanto Santiago só vinha para cima. Próximo do precipício, ouviu o seu amigo Zovirack dizer: Deixe-se cair que seguro você e Santiago morrerá como eu! Guinter se deixou cair do precpício na densa escuridão agarrado á Santiago que se debatia enquanto era perfurado por tantas pontas. Guinter sentiu as dores da queda e das feridas, mas consciente percebeu quando parou de cair. Mal conseguindo se mover devido as pancadas, avistou o corpo de seu amigo Zovirack já se decompondo e agradeceu a ele pessoalmente. Assim se despediu do amigo fazendo um velório para ele.
Escritos
Folhas velhas, cheias de ácaros com segredos guardados em letras quase apagadas
Por fora um livro velho, por dentro um tesouro inexplorado
Quem será o candidato? A folhear estas folhas secas expostas ao tempo
Guardadas de tanto esperar, indo com os restos para os latões
Onde poucos poderiam ver, um olhar te achou e de cara se apaixonou e decidiu te restaurar
Te dar um lar, uma vida,um guardar
Ela aos poucos viu seu encanto; Devagar resolveu seus mistérios
Com este amigo sujo e velho, viveu sua vida por completo
Contou suas histórias e suas vontades, me consolava, questionava, me fazia esquecer
Parecia mágico quando entrava em seu mundo sem perceber
No seu olhar as cores eram mais brilhantes, o dizer tinha outro falar
Oh meu doce velho livro amigo! Nunca paro de te olhar
Teus ensinamentos estão eternamente em mim
Seja novo ou velho, você representa tudo de mim
Por isso acho que sou um livro sem fim.
Por fora um livro velho, por dentro um tesouro inexplorado
Quem será o candidato? A folhear estas folhas secas expostas ao tempo
Guardadas de tanto esperar, indo com os restos para os latões
Onde poucos poderiam ver, um olhar te achou e de cara se apaixonou e decidiu te restaurar
Te dar um lar, uma vida,um guardar
Ela aos poucos viu seu encanto; Devagar resolveu seus mistérios
Com este amigo sujo e velho, viveu sua vida por completo
Contou suas histórias e suas vontades, me consolava, questionava, me fazia esquecer
Parecia mágico quando entrava em seu mundo sem perceber
No seu olhar as cores eram mais brilhantes, o dizer tinha outro falar
Oh meu doce velho livro amigo! Nunca paro de te olhar
Teus ensinamentos estão eternamente em mim
Seja novo ou velho, você representa tudo de mim
Por isso acho que sou um livro sem fim.
Simbologismo
Caracteres podem significar, desvendar uma vida de mistérios, um crime sem par
A ordem pode ser aleatória, crescente, decrescente ou repetição
É preciso habilidade para esta função; Muitos tentam, poucos conseguem
É preciso trabalho, treino, dedicação e uma nova rotina aliada ao tesão
Máquinas são programadas, seres humanos previsíveis
Bichos selvagens e todos podem decifrar os mistérios do viver e do bom sonhar
Não é preciso dicionário, o melhor é ouvir ao coração pulsar e mandar em cada batida o significado do código da vida.
A ordem pode ser aleatória, crescente, decrescente ou repetição
É preciso habilidade para esta função; Muitos tentam, poucos conseguem
É preciso trabalho, treino, dedicação e uma nova rotina aliada ao tesão
Máquinas são programadas, seres humanos previsíveis
Bichos selvagens e todos podem decifrar os mistérios do viver e do bom sonhar
Não é preciso dicionário, o melhor é ouvir ao coração pulsar e mandar em cada batida o significado do código da vida.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Cinza Noite
Oh que bela lua! Que gostoso luar!
Da minha cama vejo as estrelas que tanto queria brilhar
O travesseiro enxuga as lágrimas de uma mente atormentada
Com um olhar perdido, de ombros caídos, face pálida, pernas paralisadas
A noite chega para dizer que é hora de alguns repousar, outro trabalhar
Mas, oh, que mente insana que se põe a imaginar!
Viajar, deslumbrar, delirar, não viver, não amar
Neste conto de fadas que no final vai te enlouquecer
Os heróis viraram areia, as mocinhas se aliaram ao mal
Estranho,mas este fim é meio anormal
Já vi catástrofes, desastres, muitas coisas enfim
Mas a decomposição de uma vida é assustador para mim
Posso dormir em caixão, falar com zumbis, engolir abelhas, desde que não seja cuidar de mim!
Oh que dor, que vergonha, que horror! Esta vida maldita que não me dá amor!
Os bons se vão, os ruins ficam para trás e eu aqui esperando a solução que não me traz.
Da minha cama vejo as estrelas que tanto queria brilhar
O travesseiro enxuga as lágrimas de uma mente atormentada
Com um olhar perdido, de ombros caídos, face pálida, pernas paralisadas
A noite chega para dizer que é hora de alguns repousar, outro trabalhar
Mas, oh, que mente insana que se põe a imaginar!
Viajar, deslumbrar, delirar, não viver, não amar
Neste conto de fadas que no final vai te enlouquecer
Os heróis viraram areia, as mocinhas se aliaram ao mal
Estranho,mas este fim é meio anormal
Já vi catástrofes, desastres, muitas coisas enfim
Mas a decomposição de uma vida é assustador para mim
Posso dormir em caixão, falar com zumbis, engolir abelhas, desde que não seja cuidar de mim!
Oh que dor, que vergonha, que horror! Esta vida maldita que não me dá amor!
Os bons se vão, os ruins ficam para trás e eu aqui esperando a solução que não me traz.
Primeira idade
Um dia nos disseram que b com a faz bá e a partir daí gravamos todas as frases cantadas da tia querida
Assim conhecemos as letras e números com seus dissabores
A cada ano ultrapassando em direção ao regresso de nossa alma, de nossos amores mesclado cada vez mais a conteúdos e avaliações
Baseadas em didáticas mortas e conceitos ultrapassados
Decoramos, reinventamos, erramos e duvidamos num novo mundo mágico e desconhecido
Ler, todos os verbos num só
Aprender, acúmulo cada vez maior de experiências
A cada passo um novo solo, a cada pisada um diferente impacto que dependendo do sapato nos ajuda ou atrapalha
Enquanto crescemos, achamos que cada vez mais controlamos o mundo, quando de fato o inverso é verdadeiramente proporcional
Seguimos nossa luta, busca, querendo acabar logo a competição e vencer
Só em nós nos garantimos, nesta eterna disputa conosco mesmo.
Assim conhecemos as letras e números com seus dissabores
A cada ano ultrapassando em direção ao regresso de nossa alma, de nossos amores mesclado cada vez mais a conteúdos e avaliações
Baseadas em didáticas mortas e conceitos ultrapassados
Decoramos, reinventamos, erramos e duvidamos num novo mundo mágico e desconhecido
Ler, todos os verbos num só
Aprender, acúmulo cada vez maior de experiências
A cada passo um novo solo, a cada pisada um diferente impacto que dependendo do sapato nos ajuda ou atrapalha
Enquanto crescemos, achamos que cada vez mais controlamos o mundo, quando de fato o inverso é verdadeiramente proporcional
Seguimos nossa luta, busca, querendo acabar logo a competição e vencer
Só em nós nos garantimos, nesta eterna disputa conosco mesmo.
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